Linha de pesquisa: Políticas Ambientais dos Governos Municipais

LEÃO JUNIOR, F. P. S. ; BRITO, Cristóvão de Souza. Territórios simbólicos da cidade: as estratégias do capital imobiliário na consolidação de novas formas de morar. Revista Humanae (Recife), v. 6, p. 1-21, 2012.
In: ZEILDO MENDES DA SILVA; RENATA CRISTINE DE SÁ PEDROSA; CARLOS EDUARDO DANZI WANDERLEI. (Orgs.). SUSTENTABILIDADE EM ANÁLISE. 1ª ed. SÃO PAULO: AGBOOKS, 2011, v. 200, p. 109-142.
MONTEIRO, Antõnio Luiz R. ; ARAUJO, Tânia B. . Reflexões sobre aspectos metodológicos de trabalho a ser desenvolvido com foco nas transformações territoriais prováveis decorrentes da implantação da Refinaria Abreu e Lima em SUAPE. In: XV ENG - Encontro Nacional de Geógrafos, 2008, São Paulo - SP. O Espaço não Pára Por uma AGB em Movimento, 2008.
Capítulo constante da coletânea organizada por PEDROSA, Ivo V., MACIEL FILHO, Adalberto R. e ASSUNÇÃO, Luiz Márcio de O.. 1. ed. Recife: EDUPE, 2007. v. 1. 298p .
Este artigo apresenta alguns resultados da pesquisa voltada para a atuação do governo dos vinte maiores municípios, em população, de Pernambuco, com vistas à atenuação da crise ambiental. A pesquisa buscou registrar, também, as relações do governo municipal com o federal e o estadual.
Enfoque: Reflexão Contábil, v. 28, p. 74-83, 2010. Resumo O agravamento das pressões antrópicas sobre o meio ambiente no Município de Camaragibe e a insuficiência de ações do setor público em minimizá-las estão provocando efeitos negativos para a população como, por exemplo, a ausência de áreas legalmente conservadas e de um adequado sistema de tratamento e disposição final de resíduos sólidos. Diante disto, faz-se necessário que o setor público seja estimulado a desenvolver uma boa estrutura administrativa para que sejam formuladas e implementadas políticas públicas ambientais.
Como gerar um painel atualizado acerca das alterações nas condições ambientais dos territórios municipais e das ações com vistas à redução dessas alterações? A pesquisa, que teve essa pergunta orientadora, compreendeu os municípios mais populosos de Pernambuco, abrangendo todas as doze “regiões de desenvolvimento” do Estado, num total de 43, em que habitam 70% dos pernambucanos.

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