Da Rio+10 à Rio+20: balanço de uma década em municípios de Pernambuco

O objetivo da pesquisa foi examinar o avanço, na última década, na utilização de instrumentos de gestão de vinte e seis municípios do Estado de Pernambuco, distribuídos nas mesorregiões da Mata, do Agreste e do Sertão e da Região Metropolitana do Recife, bem como as causas da não utilização desses instrumentos, destinados a atenuar as alterações nas condições ambientais dos seus territórios. A pesquisa investigou os vinte e seis municípios das diversas regiões de Pernambuco, sendo eles Carpina, Paudalho e Vitória de Santo Antão (Zona da Mata); Bezerros, Brejo da Madre de Deus, Caruaru e Garanhuns, Gravatá, Pesqueira e Santa Cruz do Capibaribe (Agreste); Araripina, Arcoverde, Petrolândia, Petrolina e Serra Talhada (Sertão); Abreu e Lima, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Igarassu, Ipojuca, Jaboatão dos Guararapes, Moreno, Olinda, Paulista, Recife e São Lourenço da Mata (RMR), a partir do critério de respostas dadas, ao longo da última década, aos questionários propostos pelo NUPESP (ver PEDROSA, 2005; PEDROSA et al., 2011; PEDROSA et al., 2013). Tomou-se como referência, também, entre outros documentos, a série de levantamentos feitos pelo IBGE, consubstanciados na coletânea “Perfil dos Municípios Brasileiros” (IBGE, 2002 e anos posteriores).
Evento: 
Encontro de Pós-Graduação e Pesquisa 2013, da Universidade de Pernambuco - UPE
Data: 
27 de novembro de 2013.
Autor: 
Ivo Vasconcelos Pedrosa
Carolina Ferreira Lima Peregrino
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